Às vezes precisamos de Poesia.
Hoje, eu precisei de Mário Quintana:
“Da vez primeira em que me assassinaram
perdi um jeito de sorrir que tinha…
Depois, de cada vez que me mataram,
Foram levando qualquer coisa minha.”
Às vezes precisamos de Poesia.
Hoje, eu precisei de Mário Quintana:
“Da vez primeira em que me assassinaram
perdi um jeito de sorrir que tinha…
Depois, de cada vez que me mataram,
Foram levando qualquer coisa minha.”